sexta-feira, 10 de julho de 2009

Como saber se sou um bom empregado?



Cumpro meu horário certinho, não sou de faltar, me relaciono bem com os colegas, fujo de intrigas e fofocas e eventualmente até fico depois do meu horário.
Acontece que as vendas não estão muito boas e o meu chefe começou a pedir pra eu ir tentar captar alguns convênios com empresas. Mas eu não sou da área de vendas, meu trabalho é administrativo. Eles fizeram um treinamento e elaboraram um material até que bem bonito, mas eu não levo jeito pra essa coisa. Meu medo é de ser demitido.
Ouvi esse relato do João, um conhecido aqui do bairro. Parece claro que a empresa passando por dificuldades, procurou buscar soluções para seu problema. Entendo que o investimento em treinamento (que foi oferecido ao João) é uma forma de oferecer uma oportunidade para esse funcionário e deveria ser encarada dessa maneira, como uma nova oportunidade. O seu nome foi pensado por seu superior por que algum mérito ele deve ter, um talento que talvez ele mesmo desconheça.
Acho que o João deveria se dá essa nova oportunidade e fazer o melhor. Em vez de recuar, deveria traçar um bom planejamento e ir à busca dos convênios que ajudarão a empresa.
Vamos nos colocar no lugar do empresário em questão. Talvez com as dificuldades que o negócio está passando, sua opção por reaproveitar um bom funcionário em um setor de suma importância como o de vendas, mostra o grau de confiança que ele tem no João e é uma maneira de não ter de demitir pura e simplesmente.
No momento atual, temos que deixar de pensar pequeno. O funcionário que entra na empresa já contando quantos dias falta para receber o adiantamento está indo na contramão. Temos de ser participativo, entender do negócio da empresa, trazer idéias, temos de pensar e agir como empreendedores.

Eduardo Teixeira

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